segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Não consigo entender....

Eu estive pensando estes dias nas pessoas que insistem em inventar histórias sobre si mesma. O que será que leva uma a pessoa inventar coisas sobre si??? Por exemplo no orkut, quantos usuários descrevem um perfil fantasioso, não me refiro aos feeks, mas as mentirinhas que muitos acham inocentes. Postam uma foto tirada no quintal de casa e como legenda colocam que estavam em um sítio, para mostrarem que viajaram no fim de semana. No perfil descrevem profissões e cursos que não condizem com a realidade. O que será que elas querem? Enganar os outros ou a si mesmo? Eu realmente não consigo entender. Será que a realidade desta pessoa é tão ruim, a deixa tão desconfortável que ela precisa desta máscara? Ou será que ela acredita que criando aquela outra imagem de si, ela vai acabar acontecendo?
Eu não sei o que sentir em relação a pessoas como estas. Sei lá, as vezes sinto pena. Deve ser péssimo não se aceitar. Pois é assim que enxergo este tipo de pessoas. Como pessoas que não aceitam sua realidade. Não sei se é isso mesmo, talvez por isso queira fazer psicologia, para compreender um pouco o universo destes seres humanos.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Morte

A morte é a única certeza que temos na vida. Obvio. Sabemos que e é algo inevitável e que vamos ter que conviver com a morte de pessoas próximas. Tudo bem, não me desepero com isso. Mas sempre me desesperei com velórios. Sempre odiei. Só de imaginar um morto no caixão, inchado, cheio de flores. Pra que guardar a imagem da pessoa morta, preciso lembrar dela viva.
Fui em pouquíssimos velórios, e só via os defuntos por que não tinha como evitar. Mas é lógico que não chegava perto e nem tocava. E a noite sempre ia pra cama da minha mãe, porque nao conseguia dormir. O ultimo velório que tinha ido, era do meu avô paterno, mas fiquei muto pouco tempo olhando pro defunto. E olha que eu era muito apegada ao meu vô.
Sempre comentei em casa, que não entendia o porque de ficar pegando no defunto. Acredito que quando alguem morre, fica só o corpo, a alma não está mais na pessoa. Então pq ficar tocando, apertando, beijando??? Ainda dizia que nem precisava fazer meu velório, que eu nem ligava. Já avisava meus familiares que eu não ia enconstar um dedo neles depois de mortos.
Era assim que eu pensava, há uns quinze dias atrás. Infelizmente o pai de uma amiga faleceu, e eu tive que ir ao velório. E diante do desespero dela, quis ficar ao seu lado, que estava ao lado do caixão. Olhei por bastante tempo para o defunto, como nunca havia feito. Não cheguei a tocá-lo. Mas a forma como vi minha amiga segurar a mão do seu pai morto, como se tivesse a esperança de que ele lhe retribuísse o afago.... me fez mudar um pouco de opinião.
Consegui dormir a noite. Não tive pesadelos, nem medo. Comecei a perceber que pode ser apenas um corpo. Mas ali residia uma alma que mesmo que não esteja mais, você quer aproveitar o máximo de tempo. Confessei então a minha mãe que talvez eu a toque quando ela partir...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Meu vício é falar demais

Todas as pessoas que me conhecem sabem que a minha característica mais marcante é a "fala". Eu falo demais, não consigo ficar muito tempo calada, se isso acontece eu com certeza devo estar doente. Comecei a pensar outro dia, que eu atraio pessoas como eu. Eu sempre puxo conversa com as pessoas, em qualquer lugar que eu vá, mas, mesmo se eu não começo outra pessoa inicia um assunto comigo. Até parada no sinal, esperando para atravessar uma rua, um desconhecido faz algum comentário e quando percebo já estou conversando.... Acho que este é meu vício: conversar. Não posso ver uma fila que já estou engatando uma conversa com algum deconhecido. Salas de espera também são ambientes propícios para o diálogo. Até na igreja, durante a missa, onde não espaçao pra conversas paralelas, pessoas que eu não conheço temam em fazer algum comentário e claro não resisto e falo também. Talvez por isso goste também de escrever, quando não tenho com quem falar, escrevo. As vezes também falo sozinha, normal, pelo menos para mim.

domingo, 14 de junho de 2009

Uma beleza inalcançavel

Corpos esculturais, esteriotipos de magreza, cirurgias plásticas, dietas, são temas que sempre estão em pauta. Seja em reportagens, estudos, novelas e filmes... Cada vez que leio ou assito uma matéria sobre este assunto me pergunto o que se passa na cabeças destes seres humanos, que na maioria são mulheres. Ontem mesmo li no site da globo o caso de uma dona de casa que morreu após uma lipospiração. Infelizmente, episódios como este não são muito raros. As pessoas hoje em dia buscam uma beleza muitas vezes inalcançavel, as pessoas são diferentes cada uma tem sua beleza própria. Não sou contra a vaidade, a preocupação com a aparência, mas desde que esta seja saudável. Mas sou contra aquelas pessoas que vivem em função da beleza, que fazem de tudo para terem um corpo como o de uma modelo ou atriz famosa. Ainda acredito que a beleza interior vale mais.

sábado, 13 de junho de 2009

13ª Torcida de Deus


Para quem acha que o Mineirão só fica lotado em dia de clássico, precisava ter ido na 13ª Torcida de Deus. Setenta mil fiéis lotaram o estádio para celebrar o dia da Eucaristia, Corpus Christ. Foi uma benção, uma celebração maravilhosa presidida pelo nosso bispo D. Walmor. Após a missa ainda houve um show com o Pe. Fábio de Melo que sempre toca nossos corações com suas palavras e canções. Um dia maravilhoso.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Faço a minha parte

Ontem a noite estava na rodoviária, na fila, esperando meu ônibus chegar. Como de costume, sempre procuro informar as pessoas onde é o final da fila, para evitar que estas furem a fila, prejudicando as outras pessoas. De repente, uma advogda, que estava depois de mim na fila, me disse para não me "estressar" com a ordem da fila. Completou ainda dizendo que haviam fiscais que eram pagos para fazer este serviço e que eu devia apenas me preocupar com a minha atitude e não com as dos outros, pois o mundo já está perdido. Prontamente respondi a esta senhora que não estava me estressando e sim fazendo a minha parte neste mundo. Que ao evitar um pequeno deslize de conduta do meu próximo eu estava contribuindo para a melhora deste mundo. Podia ser pouco, mas me deixava em paz com minha consciência. Este episódio me fez refletir um pouco sobre os motivos do mundo está como está, "perdido" como ela mesmo disse. Se todos pensarem como ela, esta situação nunca irá mudar. Não vamos fazer nada quando presenciarmos um roubou ou um assassinato, afinal há policiais pagos para isso. Este tipo de pensamento, me decepciona, principalmente vindo de uma advogada, uma pessoa, digamos, esclarecida. Ah, e ela estava furando a fila, ao menos, havia poucas pessoas atras dela e estas puderam se sentar e pode ser que ela tomou esta atitude para ajudar um senhor que estava vendendo uma passagem para ela em seu cartão. Mas mesmo assim, ela estava errada, e ainda se preocupou comigo que estava apenas preocupada com o bem maior dos passageiros. Não quis render assunto, naquele momento, mas queria dizer a ela que o que me estressa são pessoas com pensamentos esgoístas como o dela. Mas, eu ,enquanto puder farei a minha parte...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Sem assunto........

Hoje to meio sem saber sobre o que falar. Mas muito afim de escrever. As vezes sei mais sobre o que não quero escrever, ver ou fazer, do que realmente o que fazer. Por exemplo não quero falar sobre a tal gripe suína, que já to cansada de ouvir falar. Estranho uma jornalista que se cansa dos temas mais noticiados, mas eu cansei. Por falar em cansar, ando cansadas de muitas coisas, ams não sou adepta daquele tal movimento do "Cansei".... Sei lá, as vezes a gente precisa de um ânimo novo, pra te dar um gás pra vida. Acho que to precisando ler um livro novo, ler um livro me anima, me fortalece. Então é só, amanhã eu escrevo mais, quem sabe tenho um assunto interessante sobre o que falar.

terça-feira, 28 de abril de 2009


Continuando a falar de mim ..... Hoje queria falar sobre umas das minhas características que mais valorizo: a minha fé. Sou uma pessoa de muita fé, não só em Deus e na minha religião, mas na vida. Eu acredito nas pessoas, em um futuro melhor e que nada é por acaso. Se criei este espaço para dar minha opinião sobre as coisas, para escrever o que me vier a cabeça, acho que preciso também dizer como eu sou. Então resolvi escrever este post, inclusive sábado passado em um encontro da JUFEM, falavámos sobre a questão de demonstrar para o mundo a nossa crença, o nosso modo de ser. Para quem não conhece, a JUFEM é um ramo do Movimento de Scoensttat da Igreja Católica. É formado apenas por garotas que tem o ideal de serem Lírio do Pai tabor para o mundo. Eu sou JUFEM, eu sou católica, eu tenho fé. Eu vivo no mundo, mas não pertenço a ele. Mas sou normal como qualquer outra jovem da minha idade. Só tenho um ideal, uma missão um pouco diferente. Tenho fé na Minha Mãe do Céu, a minha Mãe RAinha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Não sei se conseguiria viver sem acreditar em algo maior. Sem saber que tem alguém que cuida de mim, que esta vida é apenas uma passagem. Enfim, eu tenho fé! E quem tem sabe como é bom.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Minhas histórias....

Ontem a noite minha irmã me questionou sobre as histórias que crio em minha mente. Ela não conseguiu compreender muito bem, disse que não tinha esta capacidade. Comecei a me perguntar, se eu era mesmo normal, mas a normalidade não existe. Contei a ela que crio espécies de novelas, filmes em minha mente, com personagens e diálogos. As vezes ficcionais, outras vezes invento situações com personagens reais. Nunca parei pra pensar muito sobre isso, mas faço isto todos os dias. Não sei qual a complexidade disto, pois para mim é algo comum, não lembro quando comecei e acredito que os autores e escritores façam isto também, só que colocam suas idéias no papel. Quem sabe um dia eu escreva um livro, um filme, uma novela. Por enquanto acho que minhas histórias não dariam novelas, no máximo uma Malhação da vida. Enquanto não tento escrever um livro, fico por aqui mesmo escrevendo frases soltas...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Hoje eu realmente me dei conta

Hoje li um texto postado ontem no Observatório da Impressa sobre a crise no jornal impresso, Qual o futuro dos jornais impressos?, de Marcos Troyjo. Este texto me fez refletir um pouco sobre mim mesma. Eu sempre gostei do jornal impresso, esta sempre foi a minha mídia preferida dentro do jornalismo. Na faculdade tive o enorme prazer de trabalhar no laboratório de jornalismo impresso o que me fez apaixonar ainda mais. Apesar desta paixãos empre enxerguei o declínio do jornal impresso, principalmente o jornal diário, e o crescimento de outras mídias como a digital. Mas embora tivesse acesso a estas outras mídias mais do que ao impresso, não tinha me dado conta deste espaço tanto quanto hoje. Um exemplo disto é que criei este blog há mais de um mês e esta é a minha segunda postagem. Não tinha enxergado ainda a web como uma boa possibilidade. Nem tomado consciência que o jornal impresso diário vai mesmo um dia chegar ao fim, e talvez se tornar revista como Troyjo defende. Então hoje decidi que vou começar a entrar mais nente mundo digital. Meu amor pelo impresso ainda não acabou e ainda prefiro ler livros no papel que na tela de um computador. Mas o jornalismo têm vários campos a serem explorados além do impresso e hoje eu me dei conta.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Raça ou cor?

Hoje resolvi comentar sobre um assunto que é não é novidade, mas que me chama muito a atenção: a questão das cotas raciais em universidades. Acho isso simplesmente uma idiotice. Para começar o Brasil é um país de miscigenações, praticamente toda a população brasileira tem um descendência negra, então as cotas não são raciais e sim "colorais". Não se julga se você pertence a raça negra e sim se você tem a pele escura o bastante. Segundo, o nosso país sofre com a desigualdade social e esta atinge todas as raças (ou seja pessoas de todas as cores). Criar uma cota para negros, na minha opinião, é afirmar que eles tem dificuldades de aprendizado se comparados a estudantes brancos. Então é óbvio que acredito que a melhor opção é sim criar cotas para estudantes de escola pública, pois estas sim oferecem um ensino inferior comaparados aos de escola privada.