Hoje to meio sem saber sobre o que falar. Mas muito afim de escrever. As vezes sei mais sobre o que não quero escrever, ver ou fazer, do que realmente o que fazer. Por exemplo não quero falar sobre a tal gripe suína, que já to cansada de ouvir falar. Estranho uma jornalista que se cansa dos temas mais noticiados, mas eu cansei. Por falar em cansar, ando cansadas de muitas coisas, ams não sou adepta daquele tal movimento do "Cansei".... Sei lá, as vezes a gente precisa de um ânimo novo, pra te dar um gás pra vida. Acho que to precisando ler um livro novo, ler um livro me anima, me fortalece. Então é só, amanhã eu escrevo mais, quem sabe tenho um assunto interessante sobre o que falar.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Fé
Continuando a falar de mim ..... Hoje queria falar sobre umas das minhas características que mais valorizo: a minha fé. Sou uma pessoa de muita fé, não só em Deus e na minha religião, mas na vida. Eu acredito nas pessoas, em um futuro melhor e que nada é por acaso. Se criei este espaço para dar minha opinião sobre as coisas, para escrever o que me vier a cabeça, acho que preciso também dizer como eu sou. Então resolvi escrever este post, inclusive sábado passado em um encontro da JUFEM, falavámos sobre a questão de demonstrar para o mundo a nossa crença, o nosso modo de ser. Para quem não conhece, a JUFEM é um ramo do Movimento de Scoensttat da Igreja Católica. É formado apenas por garotas que tem o ideal de serem Lírio do Pai tabor para o mundo. Eu sou JUFEM, eu sou católica, eu tenho fé. Eu vivo no mundo, mas não pertenço a ele. Mas sou normal como qualquer outra jovem da minha idade. Só tenho um ideal, uma missão um pouco diferente. Tenho fé na Minha Mãe do Céu, a minha Mãe RAinha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Não sei se conseguiria viver sem acreditar em algo maior. Sem saber que tem alguém que cuida de mim, que esta vida é apenas uma passagem. Enfim, eu tenho fé! E quem tem sabe como é bom.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Minhas histórias....
Ontem a noite minha irmã me questionou sobre as histórias que crio em minha mente. Ela não conseguiu compreender muito bem, disse que não tinha esta capacidade. Comecei a me perguntar, se eu era mesmo normal, mas a normalidade não existe. Contei a ela que crio espécies de novelas, filmes em minha mente, com personagens e diálogos. As vezes ficcionais, outras vezes invento situações com personagens reais. Nunca parei pra pensar muito sobre isso, mas faço isto todos os dias. Não sei qual a complexidade disto, pois para mim é algo comum, não lembro quando comecei e acredito que os autores e escritores façam isto também, só que colocam suas idéias no papel. Quem sabe um dia eu escreva um livro, um filme, uma novela. Por enquanto acho que minhas histórias não dariam novelas, no máximo uma Malhação da vida. Enquanto não tento escrever um livro, fico por aqui mesmo escrevendo frases soltas...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Hoje eu realmente me dei conta
Hoje li um texto postado ontem no Observatório da Impressa sobre a crise no jornal impresso, Qual o futuro dos jornais impressos?, de Marcos Troyjo. Este texto me fez refletir um pouco sobre mim mesma. Eu sempre gostei do jornal impresso, esta sempre foi a minha mídia preferida dentro do jornalismo. Na faculdade tive o enorme prazer de trabalhar no laboratório de jornalismo impresso o que me fez apaixonar ainda mais. Apesar desta paixãos empre enxerguei o declínio do jornal impresso, principalmente o jornal diário, e o crescimento de outras mídias como a digital. Mas embora tivesse acesso a estas outras mídias mais do que ao impresso, não tinha me dado conta deste espaço tanto quanto hoje. Um exemplo disto é que criei este blog há mais de um mês e esta é a minha segunda postagem. Não tinha enxergado ainda a web como uma boa possibilidade. Nem tomado consciência que o jornal impresso diário vai mesmo um dia chegar ao fim, e talvez se tornar revista como Troyjo defende. Então hoje decidi que vou começar a entrar mais nente mundo digital. Meu amor pelo impresso ainda não acabou e ainda prefiro ler livros no papel que na tela de um computador. Mas o jornalismo têm vários campos a serem explorados além do impresso e hoje eu me dei conta.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Raça ou cor?
Hoje resolvi comentar sobre um assunto que é não é novidade, mas que me chama muito a atenção: a questão das cotas raciais em universidades. Acho isso simplesmente uma idiotice. Para começar o Brasil é um país de miscigenações, praticamente toda a população brasileira tem um descendência negra, então as cotas não são raciais e sim "colorais". Não se julga se você pertence a raça negra e sim se você tem a pele escura o bastante. Segundo, o nosso país sofre com a desigualdade social e esta atinge todas as raças (ou seja pessoas de todas as cores). Criar uma cota para negros, na minha opinião, é afirmar que eles tem dificuldades de aprendizado se comparados a estudantes brancos. Então é óbvio que acredito que a melhor opção é sim criar cotas para estudantes de escola pública, pois estas sim oferecem um ensino inferior comaparados aos de escola privada.
Assinar:
Comentários (Atom)